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de Gina Green


Autismo, uma desordem do desenvolvimento do cérebro, foi identificado pela primeira vez há mais de meio século, mas permanece misterioso. Na maioria dos casos de autismo, a causa não foi estabelecida. O autismo é caracterizado por uma diminuição, variando do leve ao substancial, na comunicação, na interação social e no aprendizado. Comportamentos incomuns são freqüentes nas pessoas com autismo.1 Tais comportamentos incluem ações repetitivas, vocalizações não funcionais, comportamento obsessivo ou ritualístico, e atos destrutivos. Mesmo assim o autismo não é necessariamente uma deficiência evidente. A maioria das pessoas com autismo não têm anormalidades físicas ou sensoriais obvias.

Ao contrário da crença popular, o autismo pode ser tratado com eficiência. Uma pesquisa de mais de 30 anos mostrou que a intervenção com análise do comportamento aplicado (ABA) – uma abordagem de ciências naturais para compreender e modificar o comportamento – pode resultar em melhoras grandes e duradouras nas habilidades cognitivas, sociais e de comunicação. De fato, com uma intervenção ABA intensa, abrangente e realizada na infância, muitas crianças com autismo que tinham sérios atrasos de desenvolvimento2 quando foram diagnosticados com a desordem passaram para a faixa da normalidade em todos os tipos de habilidades.

Descobertas de estudos longitudinais3 sugerem que sem intervenção efetiva, é provável que uma maioria substancial das pessoas com autismo vai necessitar de serviços especializados por toda a vida. Mesmo com uma intervenção ABA no início do problema, algumas pessoas com autismo continuam a necessitar de tais serviços. Alem disso, embora algumas drogas possam ajudar a reduzir alguns problemas comportamentais em pessoas com autismo, nenhum tratamento biomédico provou-se paliativo dos déficits principais da desordem. Os efeitos de curto e longo prazo da maioria das intervenções educacionais, psicológicas e farmacológicas para o autismo não foi avaliada extensivamente em estudos científicos.

Por essas e outras razões, o autismo tem há muito tempo atraído conjecturas e promessas relacionadas às causas e tratamentos. Muitas famílias e outros lutando com esta desordem difícil são seduzidos por alegações de curas rápidas ou “milagrosas”. Esse problema é composto pela relutância disseminada entre os profissionais e organizações de autistas em fazer publicamente a distinção entre ciência e o que o medico Robert L. Park, Ph.D, chamou de “ciência vodu”. De acordo com Park, a “ciência vodu” engloba fraude, “junk science” (algo como “ciência desleixada”), pseudo-ciência, e “ciência patológica” – na qual os cientistas se rendem à inclinação natural dos seres humanos de ver o que eles esperam.

Embora o método científico não seja livre de falhas, as respostas que ele proporciona a questões de eficácia e mecanismo em campos de pesquisa que variam da física à psicologia, são mais confiáveis do que aquelas de qualquer outro método conhecido da humanidade. Mas nem todas as atividades chamadas de “pesquisa” são cientificas ou proporcionam evidências confiáveis. Os resultados de qualquer estudo são apenas tão sólidos quanto a metodologia usada para produzi-los. Assim, não se deve considerar os resultados relatados de um estudo de uma intervenção como criveis se o estudo não tiver:

  • definições explícitas e não ambíguas da intervenção e seus efeitos;
  • medidas diretas e objetivas de tais efeitos;
  • controles para os desvios nas medições humanas, e
  • meios de excluir explicações possíveis concorrentes da hipótese de que a intervenção teve os efeitos observados.

Ate hoje, a grande maioria dos tratamentos para o autismo não se provaram efetivos em estudos que tivessem os atributos acima mencionados. Muitas das alegações de efetividade para tratamentos específicos para o autismo são baseados apenas em anedotas, testemunhos, e declarações de opinião. Outros são baseados principalmente em estudos que não se encaixam nos padrões científicos padrão.

Em estudos metodologicamente rigorosos, várias intervenções para o autismo promovidas extensivamente com indícios não científicos têm se mostrado ineficientes, mesmo danosas. De acordo com diversos exames independentes dos indícios por organizações profissionais e forças-tarefa, essas intervenções incluem o Tratamento de Integração Auditiva (AIT) [ver pagina 24], comunicação facilitada (FC) e a aplicação de dimetilglicina (DMG) ou secretina [ver pagina 25]. Abaixo eu analiso o AIT e a FC.

Treinamento de Integração Auditiva

Em uma carta publicada nessa edição do PfH [ver página 4], Stephen M. Edelson, Ph.D, declarou que “três estudos controlados . . . [mostram] os benefícios da AIT”. Citando um desses estudos – um estudo que ele co-conduziu – ele sugeriu que esses benefícios incluem a “normalização da atividade das ondas cerebrais” e “reduções significantes nos problemas comportamentais”. Edelson omitiu, entretanto, que os benefícios alegados do AIT nos participantes emergiram não durante a fase de tratamento daquele estudo, mas três meses depois. A alegação de que os participantes do estudo se beneficiaram ao se submeter ao AIT é muito questionável.

  • Edelson e seus co-autores afirmaram em seu artigo que se solicitou aos pais dos participantes com autismo que não iniciassem outras intervenções para seus filhos durante os três meses após a fase de tratamento do estudo – mas não houve nenhum controle para tal eventualidade, e qualquer número de outros eventos (p.ex. continuidade de educação e outras intervenções) poderia ter sido responsável por quaisquer mudanças nos participantes que poderiam ter surgido durante aqueles três meses.

  • As mudanças comportamentais e o funcionamento diário dos participantes com autismo nunca foi medido diretamente e objetivamente – eles foram medidos apenas indiretamente, via questionários de três tipos. Pais ou tutores responderam questionários de cada tipo em quatro ocasiões.

  • Diferenças estatisticamente significativas entre o grupo AIT e o grupo de controle foram encontradas apenas três meses após o tratamento AIT fosse encerrado no estudo – e então, apenas com um tipo de questionário.

  • Profissionais independentes não verificaram os relatos das melhoras nos participantes.

  • A medição das ondas cerebrais foi completada apenas em 5 dos 19 participantes com autismo, três dos quais passaram pelo tratamento AIT e dois deles eram membros do grupo de controle. Os investigadores tiraram a média daqueles dados. O artigo não fornece detalhe suficiente para uma interpretação sensata dos dados. De qualquer forma, os investigadores não apresentaram qualquer evidência de que as mudanças nas ondas cerebrais afetassem o funcionamento de qualquer participante de qualquer modo.

Outro estudo recente do AIT dispunha de: (a) um projeto verdadeiramente experimental; (b) 16 participantes do tratamento e 16 participantes de controle; (c) 14 medições mensais do comportamento tanto por observação direta quanto por avaliações de pais e professores; e (d) medições de objetivos múltiplos do funcionamento antes e depois do tratamento. Os pesquisadores (O. C. Mulford et al.) descobriram que os participantes do AIT não foram beneficiados significativamente, em termos de problemas de comportamento ou de habilidades, de se submeter ao tratamento. De fato, eles descobriram que as habilidades sociais e lingüísticas medidas nos participantes do AIT haviam deteriorado.

Em 1998 a Academia Americana de Pediatria disse a respeito do AIT, (a) que “... não há bons estudos controlados para apoiar o seu uso”, e (b) que “embora os praticantes do AIT declarem que a técnica é segura, há informações tanto sobre as características do controle de qualidade do equipamento usado e níveis de sons potencialmente insalubres produzidos por ele”.

Um painel multidisciplinar arranjado pelo Departamento de Saúde do Estado De Nova York para conduzir uma verificação ampla dos indícios científicos sobre as intervenções para o autismo na primeira infância descobriram que apenas um estudo do AIT havia adotado critérios estabelecidos para evidência científica de eficácia, e que ele não mostrara evidência alguma de que o AIT seja mais benéfico do que um placebo. Nas linhas de tratamento que desenvolveu, este painel declarou: “Devido à falta de eficácia demonstrada e a despesa da intervenção, recomenda-se que o treinamento de integração auditiva não seja usado...”.

Comunicação Facilitada

A evidência contra a FC é mais clara e mais substancial do que a evidência sobre o AIT. Na FC, um adulto sem a deficiência, chamado de “facilitador”, mantém contato físico (geralmente manual ou digital) com uma mão, braço ou ombro de uma pessoa com autismo ou outra deficiência. Ao mesmo tempo, o dedo indicador deste é usado para criar mensagens em um computador ou em um teclado de máquina de escrever ou algum dispositivo análogo. O processo assemelha-se a usar uma tábua Ouija.

Desde o início dos anos 1990, a FC foi aclamada na mídia de massa, revistas populares, livros publicados a expensas próprias e “workshops” como um milagre – uma ruptura que permite que legiões de pessoas com dificuldades severas possam mostrar erudição notável e outras habilidades que eles não manifestam de outro modo. Mas a explicação mais plausível para a aparência de utilidade da FC é que os assim chamados facilitadores são as fontes das mensagens que a FC alega trazer a partir das pessoas deficientes. No mínimo 40 estudos controlados publicados em periódicos revisados por pares desde 1992 validaram esta hipótese. Vários procedimentos de controle foram usados nesses estudos para identificar, direta e objetivamente, a fonte das mensagens, por exemplo:

  • fazendo os facilitadores não olharem para o dispositivo com as letras;
  • apresentar objetos, instruções, ou perguntas apenas aos participantes deficientes, e
  • apresentar aos facilitadores algo diferente do que quer que seja apresentado aos seus parceiros deficientes.

Em estudos controlados cujas descobertas desmentiram a FC, os investigadores freqüentemente (a) envolveram os facilitadores no desenvolvimento dos procedimentos dos testes; (b) envolveram facilitadores treinados por proeminentes defensores da FC; (c) usaram tanto métodos como materiais que eram familiares aos participantes e/ou (d) conduziram testes múltiplos de origem de mensagem (“autoria”) durante períodos longos. Em resumo, muitos investigadores tentaram “deixar a mesa posta” para a FC.

Esses estudos controlados revelaram que as mensagens precisas e coerentes da FC eram feitas confiavelmente apenas quando os facilitadores olhavam para o dispositivo com as letras e tinham conhecimento do que quer que estivesse sendo apresentado aos seus parceiros deficientes. Alguns estudos mostraram que quanto mais enfaticamente os facilitadores afirmassem que não estavam influenciando a formação das mensagens, mais provável seria de que eles estivessem controlando-a completamente.

Um estudo primoroso de E. Kezuka conduzido no Japão demonstrou que apenas pequenas pistas são necessárias para controlar a formação de mensagens da FC. Mudanças muito sutis no toque ou na pressão são suficientes para sinalizar ao participante deficiente da FC para mover seu dedo indicador esticado sobre um dispositivo com as letras e então faze-lo pousar sobre uma determinada letra.

Numa carta publicada nessa edição do PfH [ver página 3], Bárbara A. Cunningham, Ed.D., citou “estudos empíricos quantitativos que provaram a FC estatisticamente”. Mas nenhum estudo metodológico sólido foi feito. O punhado de estudos representados como controlados e validando a FC foram conduzidos por proponentes da FC e publicados em um periódico apenas: “Mental Retardation”. Para a maior parte, as respostas da FC atribuídas aos participantes deficientes nesses estudos foram bastante simples – após prática extensiva, copiar palavras impressas ou apontar para letras em particular marcando itens em um documento de múltipla escolha. Adicionalmente, os procedimentos usados nesses estudos não permitem excluir o acaso, palpites dos facilitadores, habilidades pré-existentes nos participantes deficiente, e outros fatores que podem bem ser responsáveis pelo sucesso aparente. Em resumo, a evidência que a Dra. Cunningham e outros proponentes da FC citam em apoio ao seu método sequer se aproximam, tanto em quantidade como em qualidade, das evidencias contra ele.

Lamentavelmente, a adoção disseminada e não crítica do FC por muitos profissionais em serviços para deficientes, educação especial, e patologia da linguagem falada significou a dispensa freqüente por parte da FC de intervenções validadas para o autismo e outras desordens relacionadas à comunicação. Além do mais, os promotores da FC aconselham aos facilitadores que esperem mensagens indicando que seus parceiros deficientes da FC estão sendo abusados pelas pessoas que cuidam deles. Muitas mensagens desse tipo foram produzidas através da FC, freqüentemente sem quaisquer evidências palpáveis de qualquer tipo de abuso. Testes simples controlados da origem das mensagens conduzidos em vários casos legais mostraram que os indivíduos deficientes não poderiam ter originado as alegações. Mesmo assim, com base em mensagens de FC acusatórias, processos legais longos e custosos têm sido abertos, responsáveis pelos deficientes têm sido presos, e deficientes têm sido separados de seus familiares. Tais incidentes, e revisões da evidência cientifica de que a FC têm em conjunto levado várias organizações profissionais a assumir a posição de que a FC não é um meio válido ou confiável de lidar com os problemas de comunicação do autismo ou de outras deficiências. Essas organizações incluem a Academia Americana de Psiquiatria da Infância e da Adolescência, a Academia Americana de Pediatria, a Associação Americana do Retardo Mental, a Associação Psicológica Americana, a Associação Americana da Linguagem Falada e a Associação para Análise Comportamental.

O Rodapé

No autismo, bem como em outras desordens crônicas, os tratamentos baseados em “ciência vodu” vendem largamente. Mas o autismo é uma desordem muito complexa e a história e o senso comum deveriam tornar claro que intervenções rápidas e fáceis provavelmente não poderão resolve-la – e que os avanços no entendimento e no tratamento do autismo provavelmente não resultaram de investimentos em teorias e tratamentos pseudo-científicos.

Gina Green, PhD., BCBA,4 é Diretora de Pesquisas no New England Center for Children, em Souyhborough, Massachusetts, e Professora Assistente de Pesquisa no E. K. Shriver Center for Mental Retardation, na Escola Médica da Universidade de Massachusetts. Ela faz parte do Comitê de Diretores da Associação para a Ciência no Tratamento do Autismo (ASAT), em nome do qual este artigo foi escrito. Para informações sobre essa organização sem fins lucrativos, contate a ASAT em (516) 466-4400.

Notas

1 - Nota do Editor: a Dra. Green simpaticamente declarou a mim que, em seu campo, o uso das expressões “pessoa autista”, “participante autista” e/ou – em referência a qualquer participante de um estudo – “sujeito” é considerado politicamente incorreto e, portanto, é possível que leve a erro leitores familiarizados com a pesquisa do autismo e pode levar ao surgimento de criticas hostis e não-produtivas. Embora eu não seja absolutamente contrario ao uso de quaisquer dessas expressões, eu aceito o ponto de vista da autora nesse assunto. Voltar

2 - “atraso de desenvolvimento” refere-se à demora em atingir qualquer marco particular de desenvolvimento na primeira infância. Voltar

3 - um estudo longitudinal é um estudo no qual os indivíduos ou classes de indivíduos são acompanhados, ou no qual um fenômeno é observado (de modo contínuo ou intermitente), por um dado período. Voltar

4 - Analista de Comportamento Certificado pelo Comitê. Voltar

Glossário

Vocalização não funcional: qualquer uso da voz que não tenha objetivo de comunicação aparente.

Autismo (autismo infantil): na medicina e na psicologia, uma desordem de desenvolvimento pervasivo que se mostra na primeira infância e é marcada por movimentos repetitivos (p.ex. ficar girando), resistência à mudança, pequenos períodos de atenção, falta de contato visual, inabilidade de tratar as outras pessoas como pessoas, e o não buscar conforto em casos de stress.

Desordem de desenvolvimento pervasivo (PDD): qualquer de um grupo de desordens do sistema nervoso caracterizada por déficits na comunicação e na diversidade de atividades.

Deficiência de desenvolvimento: qualquer de um grupo de incapacidades duradouras, mentais e/ou físicas, que surgem antes da idade adulta.

Apraxia: inabilidade ou habilidade reduzida de se mover coordenadamente, e/ou manipular objetos, mesmo sem problemas relacionados aos ossos, músculos, sentidos e/ou compreensão.

Estudo piloto: um experimento de escala relativamente pequena projetado como um prelúdio de pesquisa científica de grande escala (mais especificamente, para testar procedimentos de pesquisa e uma hipótese inicial, por exemplo).

Ensaio controlado aleatorizado (ensaio clinico controlado aleatorizado, ensaio de controle aleatorizado, RCT): um experimento (a) envolvendo pelo menos um tratamento experimental ou preventivo experimental e um controle (p.ex. um placebo) e (b) no qual os sujeitos são alocados aleatoriamente em sub-grupos.

Secretina (incretina, Oxicrinina): um hormônio feito nas membranas mucosas do duodeno e jejuno que podem estimular o estomago, fígado e pâncreas a secretar certas substâncias digestivas e pode inibir a secreção acida do estômago.

Estudo duplo-cego (estudo clinico duplo-cego, ensaio duplo-cego): qualquer experimento clínico projetado de forma que nenhum dos participantes (p.ex. os sujeitos e aqueles que os tratam) saiba a identidade do tratamento a que qualquer sujeito esteja sendo submetido.

Estudo cruzado: um estudo no qual os sujeitos se submetem a cursos de tratamentos diferentes seqüencialmente.

Alguns Métodos Duvidosos de Saúde Mental

de Jack Raso

A medicina alternativa – que está entre os maiores movimentos pseudo-científicos na história do mundo – possui diversos métodos que estão relacionados claramente à saúde mental. Abaixo estão algumas das muitas descrições relevantes em A Dictionary of Alternative-Medicine Methods (http://www.canoe.ca/AltmedDictionary/home.html).

Método de Acupressura de Aceitação® (AAM): uma variação das Técnicas de Liberdade Emocional. Os postulados da AAM são que o perdão (aceitação ou “não julgamento”) é a chave para a cura; que a pessoa se cura permanentemente quando se “libera” todos os remorsos; que os humanos ficam doentes devido ao desconhecimento de serem integrais; e que julgamentos criam bloqueios no “sistema energético” do julgador.

Acu-POWER (Técnica Emocional Acu-POWER, método de Acu-POWER do Dr. Durlacher): uma das terapias de pressão e sujeito da Liberdade do Medo para Sempre: O Método Acu-POWER de Superar Seu Medo, Fobias e Problemas Internos (Van Ness Publishing, 1997), pelo Dr. James V. Durlacher. O pioneiro desse método foi Roger J. Callahan (ver “Terapia do Campo do Pensamento”).

Auditoria (aconselhamento pastoral, processo): uma técnica psicoterapêutica introduzida em 1950 por L. (Lafayette) Ron Hubbard (1911-1986) em seu livro Dianética: A Ciência Moderna da Saúde Mental. O procedimento é o centro da Dianética e pode incluir o uso de um “E-metro” (“eletropsicômetro”, também chamado de “Eletrômetro Hubbard”), um quase detector de mentiras. Os praticantes são chamados de “auditores”.

Liberte-se Rápido® (BSFF): uma das terapias de pressão. Larry Phillip Nims, Ph.D., desenvolveu-a. De acordo com a teoria da BSFF, em adultos qualquer problema específico geralmente tem de 700 a 1900 raízes emocionais. Cada série de tratamentos BSFF alega eliminar todas as raízes de um problema (ver, “terapias de energia”).

Aconselhamento bíblico (aconselhamento noutético): o uso de instruções devocionais na Bíblia para tratar problemas psicológicos. Os proponentes equacionam problemas espirituais com psicológicos e alegam que todos esses problemas são solucionáveis meramente cultivando obediência a Jesus Cristo. O termo “noutético” deriva da palavra grega “noutheteo”, que significa “admoestar ou advertir”. Os promotores do calvinismo fundamentalista introduziu o aconselhamento bíblico nos anos 1970. Híbridos do modo fundamentalista e da psicologia ostensivamente folclórica superaram amplamente o aconselhamento bíblico.

Psicologia biodinâmica (terapia biodinâmica): “Abordagem terapêutica” desenvolvida por Gerda Boyesen, uma psicóloga clinica e psicoterapeuta nascida na Noruega. Está relacionada à bioenergética. Um de seus postulados é que, quando os fluidos corporais não circulam de modo eficiente ou os tecidos não estão “adequadamente purgados”, “tensões ou bloqueios emocionais” aparecem e impedem que a “bioenergia” vitalize o corpo.

Bioenergética (Análise Bioenergética, método bioenergético): Ramificação da Terapia Reichiana desenvolvida pelo psiquiatra Alexander Lowen (1910), autor dA Linguagem do Corpo (1958). Sua teoria postula a “bioenergia” (“energia da vida”), e que todas as células corporais recordam reações emocionais ou “energéticas”. Os proponentes sustentam que tais “memórias” celulares são adaptáveis para curar e para o surgimento da consciência, e que os pacientes podem liberá-las chorando, gritando e chutando. Os praticantes são chamados de “bioenergeticistas”.

Um Curso em Milagres: forma de psicoterapia espiritual baseada em Um Curso em Milagres, cujos três volumes – O Texto, Livro de Exercícios para Estudantes, e Manual para os Professores – contêm bem mais de mil paginas. “O Curso” se originou em 1965, foi completado em 1972, e foi publicado pela primeira vez (como fotocópia do manuscrito) em 1975. Ele é, alegadamente, o fruto da canalização de Jesus Cristo a Helen Cohen Schcman (1909-1981), uma psicóloga de pesquisas na Universidade Columbia.

Dianética ® (terapia dianética): Carro-chefe e a maior “técnica” da Cientologia. Os proponentes da Dianética a descrevem como um modo de aconselhamento pastoral. O nome “Dianética” é baseado nas palavras gregas que significam “através da alma”. O método postula que “engramas” – traumas que ocorreram na primeira infância, no útero ou durante encarnações anteriores – são a causa de todas as doenças psicossomáticas e mentais. Seu objetivo proposto é eliminar os “engramas” com auditorias (ver acima).

Dreamwork (dreamworking): Qualquer investigação sistemática dos ou do uso dos sonhos com o propósito de cura ou auto-desenvolvimento. A teoria do dreamwork fala de “energia arquetípica” e “energia da vida”. Os praticantes são chamados de “dreamworkers”.

EDxTM ® (Métodos de Tratamento & Diagnostico de Energia): Uma “tecnologia de bioenergia” criada pelo psicólogo Fred Gallo, Ph.D. Ela inclui o teste manual dos músculos (1) de cinesiologia aplicada e procedimentos da terapia dos meridianos (2).

Técnicas de Liberdade Emocional ® (EFT, Técnica de Liberdade Emocional): Uma variação da Terapia de Campo de Pensamento. Gary Craig desenvolveu a EFT (ver “terapias de energia”).

Terapias de energia (psicoterapia de energia, Psicologia/Terapias de Energia, terapia de energia, métodos de terapia de energia): Um grupo de métodos exemplificados pelo Liberte-se Rápido, Técnicas de Liberdade Emocional e Técnica de Acupressura Tapas. Com esses três métodos, o sujeito dá atenção a um problema e então percute ou manipula os “pontos meridianos”, sobre os quais alega-se que eles liberem “energia negativa” que o “campo de energia” do sujeito supostamente capturou. De acordo com a teoria desses métodos, a “energia negativa” liberada dissolve as emoções e pensamentos negativos que ela contém.

EST (Treinamento dos Seminários Erhard, sistema est): Sistema místico do “potencial humano” fundado em 1971 pelo cientologista Werner Erhard (nascido John Paul Rosemberg em 1935). EST inclui “projeção de consciência” e, em 1985, tornou-se, O Fórum. A palavra latina “est” significa “é”. A teoria EST sustenta que todos são perfeitos no interior e, de um modo divino, criam sua própria realidade.

Psicologia das mãos: Uma forma de quiromancia científica (3): Ela postula que as mãos de uma pessoa revelam vasta informação psicológica. A psicologia das mãos envolve dermatoglífica: o estudo das linhas finas nas pontas dos dedos e palmas.

Trabalho Respiratório Holotrópco ® (trabalho respiratório Grof, trabalho respiratório holonômico, terapia holonômica, terapia de respiração holotrópica, terapia holotrópica): Técnica psicoterapêutica desenvolvida em 1970 pelo psiquiatra nascido na Tchecoslováquia Stanislav Grof, M.D., e sua esposa, Cristina Grof, autora dA Sede por Completude: Ligação, Vicio e o Caminho Espiritual (Harper San Francisco, 1994). Ela envolve trabalho respiratório (4) (hiperventilação), tecnologia de som (principalmente música alta) e o desenho de mandalas (auxiliares da meditação); e pode incluir “trabalho corporal focado”. O Trabalho Respiratório Holotrópico é um suposto acesso às “energias naturais de cura”. Ele alega poder induzir a “experiências transpessoais”, que, de acordo com o Dr. Grof, pode fornecer informações sobre qualquer “aspecto” do universo no presente, passado e futuro.

Hipnoestética ®: Aplicação alegada da hipnose para estabelecer e manter “intimidade” entre o subconsciente de uma pessoa e seus processos bioquímicos e celulares. Ela supostamente aumenta a “harmonia corporal”. Sua teoria postula a “energia subconsciente” utilizável para “melhoramento fisiológico”.

Trabalho com a Criança Interior (Criança Interior, terapia da criança interior): Forma de psicoterapia, criada e popularizada pelo teólogo nascido no Texas John Bradshaw, um ex-aspirante ao sacerdócio na Igreja Católica Romana. Bradshaw é o autor de (a) Bradshaw Sobre a Familia; (b) Cure a Vergonha Que Te Prende; (c) A Volta Para Casa: Recuperando e Valorizando Sua Criança Interior; e (d) Criando Amor: O Próximo Estagio do Crescimento. Em Voltando Para Casa, publicado pela primeira vez em 1990, Bradshaw declara que todas as crianças de famílias disfuncionais perderam sua “auto-afirmação” (no original IAMness): sua segurança de que seus pais ou guardiões são saudáveis, capazes, e responsáveis zelosos. Ele recomenda que as vitimas dessa perda ou “ferida espiritual” recuperem sua “criança interior” liberando seus estágios de desenvolvimento e terminando os “negócios inacabados”. Ele chama tal recuperação de experiência Zen. Para isso, ele sugere que a pessoa converse com sua “criança interior”, escrevendo cartas para ela e lendo-as alto, e escrevendo cartas para si mesmo – com a mão não-dominante – como se a criança as estivesse escrevendo. Através de tais métodos, a “criança interna ferida” supostamente evolui para uma “criança prodígio”. No final dos anos 1996, Bradshaw foi o apresentador do “The Bradshaw Difference” um talk-show na UPN.

Psicologia Junguiana (Psicologia Analítica): Sistema de psicanálise fundado pelo psiquiatra e reincarnacionista Carl Gustav Jung (1875-1961), de Zurique, Suíça. Sua teoria postula um inconsciente coletivo (5), sincronicidade (6) e “energia da vida” (“energia libidinal”, a “energia primal”). Jung sustentava que estudando o (alegado) “inconsciente racial” poderia aumentar o entendimento do consciente individual.

Psicoterapias baseadas nos meridianos (psicoterapias baseada nos meridianos da acupuntura): Modos de psicoterapia exemplificados por Acu-POWER, EdxTM, Técnicas de Liberdade Emocional e Toque E Respiração.

Programação Neuro-Lingüística (NLP ®, neurolingüística, PNL): Técnica de modificação do comportamento (ou “psicologia do desempenho”) quase espiritual cujo centro é a “modelagem” ou “modelagem PNL”: imitando o comportamento de grandes realizadores. Richard Bandler e John Grinder inicialmente formularam a PNL em 1975, afirmando ter duplicado os “resultados mágicos” de vários comunicadores e terapeutas de primeira linha.

Terapia de Processo Orgânico: Um modo proposto de se redescobrir os “sentimentos corporais”, mente e espírito e se voltar ao “Eu Orgânico” desobstruído e íntegro.

Psicoterapia Organísmica (Psicoterapia corporal humanística): Ramificação da Terapia Reichiana desenvolvida por Malcolm Brown Ph.D. e Katherine Ennis Brown, na Europa. Sua teoria divide a anatomia humana em quatro “Centros do Ser dinâmicos” da “alma incorporada”: (1) O Centro do Ser Ágape-Eros consiste da parte superior frontal do corpo e supostamente media sentimentos de abertura em relação aos outros. (2) O Centro do Ser Hara, a porção abdominal do corpo, supostamente permite o amor próprio. (3) O Centro do Ser Logos, a porção superior dorsal do corpo, supostamente tem faculdades intuitivas impenetráveis. (4) O Centro do Ser Guerreiro Fálico-Espiritual, que consiste na parte inferior dorsal e os membros, supostamente ativa a resolução (perseverança).

Terapia da Vida Passadas (Terapia de Regressão a Vidas Passadas, PLRT, terapia das vidas passadas, terapia de regressão, terapia transformacional): Uma forma de psicoterapia que emergiu nos anos 1960 e usualmente envolve o hipnotismo. “Terapeutas” de vidas passadas alegam traçar problemas físicos e psicológicos a eventos traumáticos que o paciente vivenciou durante encarnações anteriores.

Psicoterapia prânica: “Sub-especialidade” da Cura Prânica. Ela inclui quatro “técnicas de cura” além daquelas da Cura Prânica (1) uma “técnica de purgação”, alegadamente para a remoção e desintegração de “energia psíquica traumática” e coisas do gênero; (2) uma “forma avançada de energização”, supostamente para a desintegração de “parasitas etéricos” e o reparo de “teias etéricas” externas que ficam entre uma ligação de um para um entre os chakras; (3) alegada ativação e inibição dos chakras; e (4) criação de uma “entidade de pensamento positivo” para o paciente.

Terapia primal (terapia do grito primal): Modo de psicoterapia desenvolvida pelo psicólogo infantil Arthur Janov, autor dO Grito Primal (1970). Os terapeutas primais dispensam a análise e, através de um processo de catarse dolorosa, pretendem tentar resolver neuroses. Janov sustentou que, para ser efetiva, a psicoterapia deve revelar “dores primais” reprimidas – eventos desagradáveis sofridos não apenas durante a infância e juventude, mas mesmo nos estágios fetal e embrionário. De acordo com Janov, os pacientes podem se livrar das “dores primais” apenas revivendo-as e dando-lhes expressão física (p.ex. gritando). O fulcro da terapia primal é o renascimento. Variações da terapia primal incluem a Psicoterapia do Bio-Grito e o Processo de Nova Identidade (NIP).

Psicologia de processo (Abordagem do Corpo Onírico, Trabalho de Corpo Onírico, psicologia orientada a processos, Psicoterapia Orientada a Processos, Trabalho de Processos): Forma espiritual de psicoterapia desenvolvida pelo psicoterapeuta e escritor americano Arnold Mindell, Ph.D., no Instituto Jung em Zurique, Suíça. A psicologia de processo envolve trabalho corporal, trabalho com sonhos e meditação. Sua teoria propõe um “corpo onírico” e seu objetivo seria curar a fonte das doenças “como ela se manifesta no inconsciente”.

Cura Psicoenergética: Um modo metafísico, alegadamente avançado de psicoterapia. Sua teoria propõe uma “energia curadora, espiritual, da Luz” que todos os humanos podem acessar. Aparentemente, ela também propõe reencarnação.

Psicologia do mal: Filosofia psicológica cristã nascente endossada por M (Morgan) Scott Peck, M.D. Peck é o autor de A Estrada Menos Percorrida: Uma Nova Psicologia do Amor, Valores Tradicionais e Crescimento Espiritual (Simon & Schuster, 1979), Povo da Mentira: A Esperança para Curar o Mal Humano (Simon & Schuster, 1983), Mais Além na Estrada Menos Percorrida: A Viagem Infinita Rumo ao Crescimento Espiritual (Simon & Schuster, 1993), Assim na Terra como no Céu: Uma Visão do Pós-Vida, e a Estrada Menos Percorrida e Além: Crescimento Espiritual em uma Era de Ansiedade (Simon & Schuster, 1997). Em A Estrada Menos Percorrida, Peck iguala preguiça com o pecado original, uma condição alegada que o cristianismo associa ao primeiro ato de desobediência humana a Deus. Peck declarou que a “parte preguiçosa do eu... pode de fato ser” o diabo. Em Povo da Mentira, que ele chamou de “livro perigoso”, Peck alegou ter “encontrado “ Satã. Ele declarou: “Tanto como sendo o Pai das Mentiras, Satã pode ser considerado um espírito de doença mental”. Em Mais Alem na Estada Menos Percorrida, ele afirmou (pp. 186-187): “Idéias e conceitos religiosos/espirituais são necessários no tratamento de muitas pessoas... eu percebi que não havia maneira de tratar... pessoas [com fobias] efetivamente sem tentar converte-los a uma visão de mundo mais benigna: uma visão do mundo... como... no mínimo... um lugar em que eles... tivessem algum tipo de proteção na forma da graça de Deus”.

Psico-Pictografia: Sujeito do bestseller Psico-Pictografia: O Novo Modo de Usar o Poder Milagroso da Sua Mente (Prentice Hall, 1996), pelo guru da “auto-ajuda” Vernon Linwood Howard. É um meio que se propõe a usar o “poder milagroso” da mente da pessoa, através de imagens mentais, para decifrar verdades espirituais e psicológicas.

Psicossíntese (terapia da psicossíntese): Forma de psicoterapia espiritual criado em 1910 pelo psiquiatra italiano Roberto Assagioli, M.D. (1888-1974), e desenvolvida por Johanner Schultz. Seu propósito alegado é efetuar a “integração” e “crescimento” do eu e liberar “energias psíquicas” alegadamente geradas no processo. Sai teoria postula chakras (“centros de energia”).

Renascimento (respiração circular, respiração consciente, respiração conectada à consciência, respiração livre, avivamento): Uma forma de trabalho corporal que envolve a hiperventilação. Leonard Orr desenvolveu o renascimento nos anos 1970. Seu objetivo proposto é resolver atitudes e emoções reprimidas que supostamente se originaram em experiências pré-natais e perinatais. Os praticantes, chamados de “renascedores”, encorajam os pacientes a re-encenar o processo do nascimento.

Terapia Reichiana (terapia orgônica psiquiátrica, terapia de trabalho corporal Reichiana, massagem Reichiana; chamada “terapia vegetal” na Europa): Forma psicanalítica de trabalho corporal desenvolvida por Wilhelm Reich (1897-1957), o “descobridor” do orgônio (7). De acordo com a teoria Reichiana, bloqueios no orgônio causam neuroses e a maior parte das desordens físicas. Contrações musculares (“armadura corporal”) em várias partes do corpo supostamente manifestam tais “bloqueios”. O “terapeuta” Reichiano intuitivamente decide onde a maior “armadura corporal” está e supostamente busca “dissolver” ou “desmantela-la”. Abordagens para “dissolver” essa “armadura” incluem massagem e fazer o paciente respirar profundamente, chorar, engasgar, chutar, fazer expressões faciais, gritar e rolar os olhos. Aparentemente a Terapia Reichiana também é chamada de “vegetorerapia Reichiana”.

Psicologia sagrada: “Psicologia Experimental” desenvolvida pelo psicólogo Jean Houston, ex-presidente da Associação para Psicologia Humanística. Sua teoria postula três domínios de experiência: a realidade ordinária, um inconsciente coletivo (5) e “o domínio de Deus”, que se propõe ser imanente no “Eu Mais Alto”.

Psicoterapia Xamânica: Modo de “cura espiritual” baseado no xamanismo e na doutrina da reencarnação. Sua teoria postula “partes perdidas da alma”.

Controle da Mente Silva (Dinâmica Mental Silva, Método Silva, Método Silva de desenvolvimento da mente, Método Silva de Controle da Mente, Método Silva de Controle da Mente de Dinâmica Mental, programa Silva de Controle da Mente, Sistema Silva de Controle da Mente, método mental Silva): Idealizado por José Silva e co-desenvolvido por Burt Goldman. Silva, um engenheiro eletrônico não instruído nascido no Texas em 1914, expõe o seu método com co-autores diversos em O Método Silva de Controle da Mente (1978) e o Método Silva de Controle da Mente de Dinâmica Mental (1988). O Método Silva de Controle da Mente é uma “filosofia de pensamento positivo” de “auto-ajuda” meditativa que se propõe a afetar o ritmo alfa, uma onda cerebral que ocorre em humanos durante o relaxamento consciente. Os proponentes do Método Silva de Controle da Mente alegam que ele permite a telepatia. Um dos seus princípios (“regras universais”) é que o universo é uma “criação mental” de Deus. Outro é que a “vibração” é a raiz da saúde, doença, sucesso e fracasso.

Psicologia centrada na alma: Modo afrocêntrico de psicoterapia apresentada por John Bolling, M.D. Sua teoria postula: (a) “percepção da alma” e (b) “energias arquetípicas da psique” que são suscetíveis a harmonização.

Terapia de liberação do espírito: Forma de psicoterapia desenvolvida por William Baldwin, autor de Terapia para a Liberação do Espírito: Um Manual Técnico segunda edição (Human Potential Foundation Press, 1992). É um tratamento para “ligação espiritual”: uma tomada completa ou parcial de um “humano vivo” por um ser desencarnado. A terapia de liberação do espírito inclui a terapia da vida passada.

Terapias de percussão (tratamentos de percussão): Aparentemente, tratamentos que envolvem a percussão dos pontos da acupuntura. As terapias de percussão incluem Liberte-se Rápido, Técnicas de Liberdade Emocional, Técnica de Acupressão Tapas e Terapia do Campo do Pensamento.

Thought Field Therapy (TFT, Callahan Techniques[TM], tapping therapy, tap therapy): One of the power therapies. According to clinical psychologist Roger J. Callahan, Ph.D., quoted in the November 1996 issue of Visions Magazine, TFT is "the study of the structure of thought fields and the body's energy system as they pertain to the diagnosis and treatment of psychological problems." Callahan originated TFT in the 1980s. It involves sequentially tapping specific "acupuncture meridian energy points" with fingertips.

Touch And Breathe (TAB, TAB approach): A "natural" treatment purportedly used to facilitate chi influence along acupuncture meridians. With TAB, the subject fingers "diagnosed treatment sites" along such meridians and lightly keeps the fingers there as he or she respires once.

Transformation (Transformations, Transformation: You'll See It When You Believe It): One of psychotherapist-author Dr. Wayne W. Dyer's audiocassette programs for self-development (© 1987). Its postulates include the following. (a) Thought is everything. (b) Thoughts "interconnect" the universe. (c) One can become able to bring about "almost anything." (d) One has chosen everything around oneself. (e) One can be anything.

transpersonal psychology (transpersonal counseling, transpersonal counseling psychology): Combination of Jungian psychology, psychosynthesis, and Eastern mysticism. It emphasizes meditation, prayer, and self-transcendence. Carl Jung (see "Jungian psychology") apparently was the first to use the expression "transpersonal" (ueberpersoenlich), in 1917. Psychiatrist Stanislav Grof, the codeveloper of Holotropic Breathwork, coined the name "transpersonal psychology."

Twelve Steps (12-Step path, 12-Step program, 12-Step way): Theistic system that purportedly advances recovery from various addictions and compulsive behaviors. It involves meditation and prayer. The 12-Step path of Alcoholics Anonymous emphasizes cultivating a relationship with one's conception of God, a "Higher Power," a "Creative Force," or a "Oneness in the Universe."

Whole Life Healing (WLH): One of the energy therapies. Stephanie Y. Rothman developed it in California. It includes breathwork,4 Emotional Freedom Techniques, meridian therapy, muscle testing, and spiritual healing. WLH theory posits a "body/mind/ spirit" and "the Divine."

Informativo:

  • A publicação foi autorizada pelo autor do ensaio original.
  • O ensaio base original está disponível em http://acsh.org/publications/priorities/1301/voodoo.html
  • Traduzido por: Arnaldo I. Elias
  • Traduções para o espanhol e sugestões para correções na tradução e na gramática são bem-vindas.
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