![]() |
| ||||||||
| Clique no banner do anunciante acima e ajude a Sociedade da Terra Redonda a crescer! | |||||||||
| Estatuto | Novidades | Autores | Agradecimentos | Lista | Finanças | Publique! | Anuncie! | Sorteio! | ||||||||||||||
|
da Revista Bodytalk
O Lado Negro dos Moonies foi a história da vida de Erica Heftman como membro dos Moonies e sua eventual "desprogramação" e escapatória deles. Esse livro põe movimentos e cultos religiosos diante de um público aturdido. Os Moonies são os membros da Igreja da Unificação que foi fundada pelo casal coreano Sun Myung Moon e sua esposa Hak Ja Jan Moon. Os Moons referem-se a si próprios como os Pais Verdadeiros e, como a maioria das religiões, afirmam representar Deus aqui na Terra. Os Moonies são um dos maiores movimentos religiosos não-convencionais do mundo, possivelmente mais conhecido por seus casamentos em massa em estádios de futebol! Os Cientólogos são uma enorme organização que se vendeu mais como a "religião de Hollywood". A base da Cientologia é a Dianética - uma ideologia concebida pelo escritor de ficção científica L. Ron Hubbard, que acredita que os seres humanos são na verdade thetanos (espíritos alienígenas) e nossas mentes estão cheias de memórias horríveis chamadas engramas. Estas devem ser "limpas" usando o equipamento da Cientologia chamado E-Meter e um processo chamado auditing. Os seguidores aspiram tornar-se Clears (limpos) - livres desses engramas. Isso tudo custa dinheiro, é claro. De acordo com os Cientólogos: "Um Clear é uma pessoa cuja mente deixou de ser reativa e assim sendo não sofre nenhum dos efeitos doentios que uma mente reativa pode causar". Eu prefiro confiar na minha própria mente, muito obrigado de quanquer forma! Os Cientólogos são famosos por processar pessoas que se pronunciam contra eles e há muitas histórias de ameaças e intimidação pela Igreja da Cientologia por toda internet.1 Mas em seu Princípios da Igreja da Cientologia [Creed Of The Church of Scientology]2 eles declaram: "Todos os homens tem direitos inalienáveis de pensar livremente, de falar livremente, de escrever livremente suas próprias opiniões e de ser contra ou se pronunciar sobre as opiniões de outros". Esperemos que eles pratiquem o que pregam. Um dos melhores livros que já li sobre manipulação é Encontro do Culto [Cult Encounter] do casal australiano Helen e Rick Larsen. Helen envolveu-se com o culto da Missão Extraterrestre da Terra [Extraterrestrial Earth Mission] que é sediado no Arizona. A ETEM era liderado por um "alienígena canalizado" chamado DraKar (alias John) que dizia aos seguidores que ele havia 'entrado no corpo de John'. A ETEM pode Ter emprestado algumas idéias de L. Ron Hubbard sobre toda a coisa alienígena. Helen ouviu as palestras gravadas da ETEM (que custam muito dinheiro) e foi lentamente absorvida pelo culto. Um dos conjuntos de fitas intitulado 'Muitos São Chamados - Poucos São Escolhidos' dizia aos ouvintes que: "Ninguém mais acredita no sistema familiar. A única escolha lógica é se render."... render sua vida e dinheiro ao culto, é claro. A ETEM realmente encorajava as pessoas a deixarem seus cônjuges e filhos porque "Forças Sombrias podem usá-los e a sua ligação com eles". Coisa muito, muito perigosa, de fato. Helen deixou seu marido e mudou-se com os membros do culto para o outro lado do país. Ela saiu do culto após Rick e outros membros da família e amigos reuniram-se para resgatá-la. Rick empregou os conselheiros de saída [exit counselors] americanos Pat Ryan e Joe Szimhat, que estiveram ambos envolvidos com cultos. Pat e Joe mostraram a Helen entrevistas gravadas com ex-membros e calmamente discutiram a ideologia da ETEM e suas inconsistências. Helen diz no livro: "Ter que admitir que eu fui uma vítima! Horrores! Mais tarde, quando eu me afastei da filosofia New Age, onde não há vítimas, eu percebi que eu tive sorte de ter passado pelas experiências que tive... eu não preciso ser vista como especial pelos outros para ser única... afinal de contas, quem decide o que é especial e o que não é?". E sua advertênca: "Se você está considerando a autenticidade, a verdade e um sistema de crenças aparentemente impossível, então ouça as suas dúvidas". (grifo nosso) Nós também vemos estratégias semelhantes aos de cultos em muitos seminários de "crescimento pessoal" esquemas de marketing de múltiplos níveis (MMN). Algumas companhias de MMN dão mais ênfase no método de venda e recrutamento de membros - o produto é irrelevante. O Dicionário do Cético tem um excelente verbete sobre as técnicas da Amway. Muitas religiões New Age e não-convencionais parecem ser bastante legítimas e a maioria das pessoas envolvidas dedicam-se a ajudar os outros. Mas são as pessoas dos círculos internos do movimento que podem dar motivo para preocupação. A Religião é uma coisa pessoal e você tem a liberdade de seguir sua religião de escolha. Mas como eu entendo, você pode seguir a maioria das religiões convencionais de modo muito simples sem sacrificar sua liberdade e economias de toda uma vida. O que muitas dessas organizações inescrupulosas tentam fazer é seguir o manual do dirigente de culto para espoliar seguidores:
Em resumo: tenha cuidado com qualquer "ministro" ou "líder" que tente te convencer que o caminho deles é o único verdadeiro. Seja cauteloso quando cursos de treinamento e dinheiro estão envolvidos. Seja muito, muito, cuidadoso quando a organização é misteriosa sobre o que eles fazem. É bastante irônico quando a religião oferece a assim chamada liberdade espiritual quando essa "liberdade" envolve dedicar sua vida e uma religião... como isso pode ser liberdade? Não é. A verdadeira liberdade espiritual não deveria envolver a entrega de dinheiro ou a exclusão de amigos e família - ela vem de dentro de você, se você deseja seguir uma religião. Render o seu "espírito a um ser divino" ou "deixar o divino guiar você" NÃO é liberdade tampouco. É entregar o controle a outro... geralmente o líder do culto. As pessoas associam-se a clubes por razões sociais - amizade, comunidade - assim é compreensível por que as pessoas associam-se a movimentos e cultos religiosos. Mas a maior parte dos clubes são bastante abertos sobre o que eles fazem e certamente não te encorajam a excluir pessoas que possam discordar. Nós não estamos tentando fazer você ter medo da mulher da Avon ou do seu sacerdote local, mas apenas te encorajar a abrir seus olhos e ser crítico. Muitas pessoas são bastante genuínas em seus esforços para te mostrar um meio de vida melhor... mas algumas têm motivos ocultos. Parte Dois Prosseguindo em nosso exame de religiões e cultos na última edição, essa semana nós destacamos uma entrevista com uma pessoa cujo trabalho é tirar pessoas de cultos - o conselheiro de saída Rick Ross...
RR - Todos os tipos. Um dos mitos sobre o movimento dos cultos é que um certo tipo de pessoa é mais vulnerável. Outro mito é que pessoas bem educadas, saudáveis, fortes, inteligentes e de boas famílias não se encolvem. Ou, que de alguma forma se alguém tem um convicções religiosas claramente definidas eles não podem ser recrutadas. Essas teorias nunca foram provadas ou substanciadas por pesquisa. Francamente, os cultos são muito bons em persuasão e em doutrinação; é o negócio deles. E a maioria das pessoas simplesmente não está preparada através de educação e experiência pessoal para ser sensível ao possível impacto da metodologia dos cultos. A verdade é que praticamente todos poderiam potencialmente se envolver com um grupo perigoso ou destrutivo. Nós somos todos especialmente sugestionáveis em certas épocas - quando deprimidos, solitários, durante uma transição difícil, ao entrar em um novo ambiente como o campus de uma universidade longe de casa, após um rompimento amoroso, morte na família ou algum outro problema pessoal ou social. Uma vez que todas as pessoas têm tais experiências, nós todos temos períodos de vulnerabilidade. E cultos/grupos destrutivos têm refinado suas habilidades, senso de oportunidades e focalizado seus programas para explorar tais situações como oportunidades de recrutamento. BTM - Eu li O Lado Escuro dos Moonies [Dark Side of The Moonies] onde eles seqüestraram e "desprogramaram" a autora e ex-membro Erica Heftman. Eu entendo que isso não acontece mais. RR - Hoje, a despeito de quão insalubre ou ameaçadora à vida a situação seja, devido a ameaças legais e processos prolongados, profissionais de intervenção em cultos abandonaram a "intervenção à força". Uma sucessão de novos títulos e termos de acompanhamento tem da mesma forma respondido politicamente à necessidade sentida por muitos profissionais de distanciar-se do título "desprogramador" e do termo "desprogramação". Títulos como "Conselheiro de Saída" [Exit Counselor], "Especialista em Intervenção Estratégica" [Strategic Intervention Specialist], "Consultor de Grupo de Alta Demanda" [High Demand Group Consultant], "Especialista em Informações de Culto" [Cult Information Specialist], "Consultor de Reforma do Pensamento" [Thought Reform Consultant] e "Especialista em Intervenção de Cultos" [Cult Intervention Specialist] e terminologias correspondentes são exemplos dessa resposta. Essas mudanças ocorreram para distinguir os primeiros raptos e confinamentos de métodos voluntários modernos. Mas nem todos as "desprogramações" são involuntárias e geralmente o membro do grupo é livre para sair a qualquer tempo. Alguns ex-membros de cultos de fato buscam a "desprogramação voluntária". Essencialmente, a "desprogramação voluntária" é um processo de tirar um programa do controle. Esse controle pode geralmente começar com uma decepção e subseqüentemente basear-se em manipulação emocional e psicológica. A desprogramação é realmente uma discussão - um diálogo oferecendo exemplos da manipulação pessoal. É um processo educacional que pode ter lugar através de uma intervenção, patrocinada por uma família preocupada e/ou amigos, que estão preocupados com a influência de um grupo/líder destrutivo sobre alguém que eles amam e com quem se preocupam. BTM - Meu palpite é que há a questão da liberdade religiosa... a essas pessoas é permitido permanecer no culto se elas assim escolherem. RR - Liberdade de pensamento religioso é um direito implícito dentro de uma sociedade livre; é também importante notar que alguns grupos, que podem ter um dia sido rotulados como "cultos" continuam a ser controversos devido a suas práticas insalubres ou destrutivas. Um grupo insalubre ou destrutivo não é definido por aquilo que acredita, mas pelo que faz. Ou seja, o comportamento que causa prejuízo e danos aos membros do grupo e/ou a outros na sociedade. Da mesma forma é uma expressão da liberdade dentro de uma sociedade livre discutir tais questões em resposta a cultos e seus esforços de recrutamento. Especificamente, isso pode ser feito através de uma intervenção, que não é nada mais que um diálogo sobre o grupo, sua história, problemas em potencial e quaisquer preocupações da família. Naturalmente durante esse processo a pessoa envolvida com o culto é livre para ir embora e eles certamente são livres para escolher. A questão central é o desejo da família que eles tomem uma decisão mais informada e entendam suas preocupações. BTM - Como você pode convencer alguém que o que eles estão fazendo é prejudicial a suas saúdes usando a lógica? Eles não iriam simplesmente se fechar mentalmente devido a você os estar atacando? RR - As intervenções são na verdade apenas uma oportunidade para discussão e diálogo, uma revisão da história e práticas de um grupo ou líder. Isso geralmente inclui pesquisar através de documentação como artigos de jornal, informes da mídia, registros e literatura jurídica. A discussão geralmente centra-se nas técnicas de doutrinação, a influência de um grupo ou líder e como alguns outros grupos ou líderes questionáveis podem usar aquelas mesmas técnicas. Pode-se mostrar vídeos para ilustrar pontos específicos e às vezes ex-seguidores de um grupo ou líder destrutivo podem participar e contribuir para a discussão através de sua experiência pessoal. A família e amigos quase sempre participam diretamente, compartilhando suas preocupações, visões e experiência. Grupos ou líderes menos controversos podem também ser discutidos como exemplos para oferecer algum contraste com as práticas e situações potencialmente perigosas que são questionadas. Existe alguma correlação entre uma intervenção no abuso de uma substância e uma intervenção em um culto. Mas especificamente, uma intervenção em um culto é uma oportunidade educacional e não uma confrontação. Muito embora, como uma intervenção em drogas e álcool, ela seja geralmente motivada por preocupação com os efeitos debilitantes do envolvimento, com a deterioração do individuo, dependência, julgamento enfraquecido e a possibilidade de danos maiores causados pelo envolvimento contínuo. A intervenção é centrada em ajudar alguém a conseguir um entendimento de como eles podem ter sido enganados, manipulados e por fim controlados através de influência indevida. BTM - Parece bizarro, especialmente após ler parte dos absurdos que certos grupos publicam, que as pessoas possam entrar em cultos. Você sabe por que eles o fazem? RR - Há muitos exemplos de métodos bem sucedidos, embora muitas vezes anti-éticos de persuasão através de venda de carros de alta pressão, trapaças com imóveis e ações, infomerciais enganosos, solicitações por telefone. Muitas celebridades e estrelas inteligentes e bem-sucedidas envolveram-se em alguns grupos que têm sido chamados de "cultos", tais como Madonna, Tom Cruise, Elizabeth Taylor e John Travolta. As pessoas muitas vezes sentem-se frustradas e ansiosas sobre o mundo a sua volta. E a maior parte de nós parece ter uma necessidade de respostas, segurança, um sentimento de controle, uma sensação de fazer parte de algo e um desejo de reconhecimento pessoal. Hoje em dia há milhões dos "verdadeiros crentes" que aceitam fielmente paranormalidade, UFOs, anjos, esquemas questionáveis de marketing de múltiplos níveis, extremismo político, teorias de conspiração e demagogia. As pessoas encontram coisas para acreditar que preenchem uma necessidade de explicação sobre um mundo cada vez mais complexo, e em períodos de crise pessoal tais crenças podem preencher um vazio pessoal dentro delas. Mas os vazios pessoais, as questões que queimam e a necessidade de respostas não são exclusividade de nenhum tipo de grupo. Ao invés disso elas parecem ser parte da condição humana. BTM - Eu tenho notado com alguns desses cultos, que eles parecem orbitar em torno de sexo. Esse líderes, que geralmente são homens, são apenas dementes pervertidos que usam seus supostos dons apenas para conseguir sexo? Eu detesto colocar as coisas de forma tão rude, mas parece haver um elo aqui. RR - Certamente, muitos líderes de culto exploraram sexualmente seus seguidores. O líder geralmente define o que é certo e errado e espera-se de seus seguidores que essencialmente deixem de fazer julgamentos de valor por si próprios em qualquer assunto de importância significativa, por exemplo, relações sexuais. E qualquer membro do grupo que questione ou duvide da autoridade do líder será provavelmente rotulado de errado, rebelde, supressivo, negativo e em algumas situações como "possuído pelo demônio" ou "satânico". Nenhuma área da vida de um membro ou seguidor parece ser imune a tal escrutínio ou critica pelo grupo. Um tipo de dependência aprendida geralmente se torna o fator central em tais relacionamentos. Os membros ou seguidores parecem ser altamente dependentes de seus líderes para resolver seus problemas e provê-los de claridade e propósito. Os lideres de cultos parecem ter personalidades narcisistas, geralmente fantasiando sobre visões messiânicas e mudarão o curso da história humana, enquanto parecem ter pouca ou nenhuma consciência. Alguns afirmam ser a voz exclusiva de Deus, conexão "psíquica" com figuras históricas ou alienígenas do espaço sideral. Muitas vezes esses lideres parecem profundamente iludidos e perturbados e alguns têm sido chamados de psicopatas. Marshall Applewhite, o líder do "Heaven's Gate" foi uma vez internado em um hospital psiquiátrico. Exemplos extremos de comportamento destrutivo e iludido por lideres de cultos tais como Jim Jones, David Koresh e Shoko Asahara têm levado muitos profissionais de saúde mental a questionar suas sanidades. Outros ainda simplesmente podem ser oportunistas explorando seus seguidores por lucro pessoal e interesse egoísta. BTM - Os cultos não são apenas religiões, são? Políticos e companhias de vendas usam estratégias semelhantes. Você poderia dizer que Hitler foi um líder de culto particularmente mau. RR - A política do medo, controle de informação e do ambiente e o uso da propaganda tem sido empregado com sucesso para controlar nações. A Alemanha de Hitler, a Rússia de Stalin, a China de Mão, o Irã dos Aiatolás e o Iraque de Sadam são apenas uns poucos exemplos. Tal influência e controle intensos permitiram a Hitler montar o palco para o Holocausto. Muitos lideres ditatoriais e nacionalistas extremistas têm historicamente sido rotulados como "megalomaníacos" e "psicopatas". Eles não são diferentes de lideres de culto destrutivos, que geralmente têm pretensões messiânicas e ilusoes sobre influência mundial. Nesse sentido, movimentos como o Nazismo, Stalinismo e a filosofia Maoísta podem ser vistos como cultos. Esses lideres também empregaram técnicas de reforma do pensamento obvias e exploraram seus seguidores. Nos Estados Unidos durante o "Perigo Vermelho" nos anos 50 houve um estado de espírito que veio a ser chamado de McCarthismo. Esse estado de espírito produziu uma intimidação esmagadora, controle de informação, propaganda e medo injustificado. Durante aquele período sombrio da história americana o Senador Joseph McCarthy dominou e influenciou profundamente o pensamento de uma nação. BTM - Você poderia nos aconselhar sobre como tomar cuidado com os cultos? Quais são os sinais? RR - Dez sinais de advertência de um grupo/líder potencialmente perigoso:
BTM - E quanto a organizações religiosas como igrejas que oferecem aconselhamento como os cultos? Você poderia argumentar que eles também são cultos? Qual a diferença entre minha igreja local e um culto? RR - Algumas organizações de igrejas que oferecem "aconselhamento de culto" podem basear suas respostas criticas sobre uma premissa teológica (p.ex. crença) mais do que em comportamento. Mas a maioria das igrejas que são motivadas teologicamente ainda podem ser úteis através de compartilhamento de informações sobre o grupo, sua história e práticas. BTM - O que nós devemos fazer se um de nossos amigos ou familiares se envolver com um culto? RR - FIQUE CALMO. Você pode estar errado. Não seja agressivo ou tire conclusões precipitadas. Ao invés disso, investigue cuidadosamente e descubra discretamente tanta informação quanto possível. Primeiro, verifique na Internet, em bibliotecas e registros públicos por detalhes sobre o grupo/líder. Você pode também fazer perguntas discretas com o clérigo local, a polícia, serviços sociais e segurança pública na comunidade onde o grupo/líder está localizado. Organize um arquivo de notas, artigos e outras informações que você conseguir reunir. Seja cuidadoso, amoroso e atencioso, o que pode contrastar com o tratamento que eles recebem do grupo/líder. Não se apresse em julgar. Lembre-se que não fazer nada é sempre uma opção. É também crucial manter uma comunicação significativa e positiva e buscar apoio da família e amigos. Não seja negativo e critico e lembre-se, quando em dúvida, não aja. Se você não tem certeza, busque e reúna mais informação. Agendar uma intervenção com um profissional é outra opção possível, mas certifique-se de estar tomando uma decisão considerada e informada cuidadosamente antes de tomar qualquer atitude. Sempre fique centrado nos fatos e na sua situação específica. Você pode também simplesmente esperar e ver, ou possivelmente discutir suas preocupações em um encontro amigável se e quando a pessoa envolvida levantar dúvidas sobre o grupo/líder e/ou quando o envolvimento deles levanta questões cada vez mais sérias. BTM - Que treinamento você teve para tornar-se um conselheiro? RR - Eu sou grandemente auto-didata e tenho aprendido através da experiência direta. Meu trabalho começou como um voluntário da comunidade servindo em diversos comitês. Primeiro em Phoenix e então a nível nacional. Isto mais tarde levou a uma posição de comando em tempo integral em uma agência de serviço social proeminente onde eu era um coordenador de programa. Eu também montei e ensinei um currículo sobre cultos para uma escola secundária particular. Em 1986 eu comecei a trabalhar privadamente e a dar palestras em colégios e universidades pelos Estados Unidos. Meu trabalho de intervenção em cultos incluiu centenas de casos por todos os Estados Unidos, Canadá e internacionalmente. Eu testemunho em casos judiciais e sou qualificado e aceito como um especialista em seis estados. Meu meio de trabalho inclui trabalho como consultor pago para CBF News, CBC no Canadá, Fox, Nippon no Japão e Miramax/Disney. Eu também fui solicitado a assessorar forças policiais - tais como o FBI e o BATF - Bureau of Tobacco Alcohol and Firearms (Birô do Tabaco, Álcool e Armas de Fogo).
Para mais informações sobre Rick Ross visite seu website Notas 1 - A Rede de Alerta sobre Cultos agora pertence á Igreja da Cientologia. Voltar 2 - Tirado de Teologia e Prática de uma Religião Contemporânea - Cientologia da Bridge Publications. Voltar Referências
|