Ficamos falando toda hora sobre esses pontos pequenos. Afinal, do que eles são feitos?
Essa é uma pergunta interessante. Há um tubo de raios catódicos dentro da sua TV. O cátodo é uma placa carregada negativamente que é aquecida a fim de fornecer energia suficiente para permitir que ele emita elétrons. Esses elétrons são acelerados na direção de uma placa carregada positivamente chamada anodo.
O que isso tem a ver com aqueles pontos?
Já chego lá. Os elétrons deixam o anodo e disparam em direções aleatórias enquanto passam entre o catodo e o anodo. A força elétrica entre o anodo e o catodo é o que produz o feixe. O feixe atinge a parte interna da tela da sua TV, que é coberta com partículas de um fósforo. O fósforo é um tipo de produto químico que brilha quando atingido por um elétron. Quando os elétrons colidem com a tela, o fósforo acende. Esses são os pontos de que estávamos falando.
Então o feixe de elétrons é o que varre o fósforo e cria a imagem que vejo.
Sim. O feixe de elétrons é focalizado sobre diferentes partes da tela em momentos diferentes. Como acabamos de ver nos experimentos anteriores, o feixe de elétrons atravessa a tela em linhas. Depois que as linhas para uma imagem são desenhadas, é a vez das linhas para a próxima imagem. A imagem seguinte se diferencia da anterior e a persistência de visão faz com que elas se misturem e criem a impressão de movimento. Podemos ver isso acontecendo na imagem abaixo.
Na verdade é um pouco mais complicado do que na demonstração seguinte. Clique aqui para aprender sobre o entrelaçamento. |
Legal! Em outras palavras a persistência de visão nos permite ver cada imagem à partir de uma sucessão de pontos e também faz as imagens se misturarem num movimento à medida que chegam os pontos da imagem seguinte.


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Informativo:
Traduzido por: Arnaldo Elias
Revisado por: Leo Vines
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