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de StopPapa
Ponto de Vista Macroeconômico Todo economista sabe que a primeira condição necessária para que um pais saia da pobreza é que consiga economizar o suficiente como para poder investir esse desenvolvimento em bens que lhe sirvam para melhorar a sua economia (maquinário, comunicação, etc.). O que ocorre para que isto não seja possível? Qual é o papel da Igreja Católica nisto? Usemos um exemplo simples: Em uma aldeia subsahariana sofrem de fome porque na época da seca as suas plantações se perdem. Se tivessem dinheiro suficiente criariam uma barragem para todas as aldeias do lugar que abasteceria de água na estação seca. Então, O que faz com que não possam economizar? Entre outros motivos, que tudo o que conseguem é usado para satisfazer as necessidades primárias (comida). O fato de ser uma população elevada demais faz com que qualquer excedente que consigam não seja quase nunca investido em bens que logo serviriam para melhorar a sua posição econômica. Os índices de natalidade nos países em vias de desenvolvimento são altíssimos. Isto leva a que qualquer ajuda que chegue a estes países se transforme quase de maneira automática em comida. Ponto de Vista Microeconômico É necessário então, que estes índices baixem já que sob estas condições uns pais com oito filhos não podem cuida-los a todos adequadamente. Logo muitos teram carências de todo tipo: Alimentícias, sanitárias, afetivas, correrão o risco de sofrer abusos sexuais, etc. Qual é a base da Igreja Católica para impor a obrigação de aceitar um número indefinido de filhos? Uns escritos de mais de 1500 anos redigidos em um contexto infinitamente diferente do atual. Por exemplo, a taxa de mortalidade da época era muito superior à atual e a esperança de vida muito menor, isso poderia justificar uma política de incentivo da natalidade. Na atualidade isto levaria, e leva de fato, ao desastre. A obstinação de manter esta crença sem variação ao longo dos séculos, não dista muito de algumas idéias promulgadas por ouras seitas e religiões que socialmente são menos aceitas, como os testemunhas de Jeová, com a sua polêmica proibição das transfusões de sangue, as lapidações islâmicas ou os sacrifícios sijs ou maias. Não existe nenhuma base econômica, política ou ética que sustenha a idéia do número indefinido de filhos, apenas a superstição integrista, radical e irracional. A Atitude da Igreja Católica Não é algo parecido com um genocídio, de milhões de pessoas, o que promove a Igreja Católica, em pro de um suposto deus bondoso que parece querer que nasçam crianças para que sofram ou morram em condições miseráveis? Esta parece ser a conseqüência da idéia da Igreja Católica de não promover, senão obstaculizar, um controle da natalidade nestes países, amparado isto com o argumento simplista de que aos filhos “os traz Deus”. O que se consegue com isto? Que satisfação obtém esse hipotético deus com o terrível espetáculo de milhões de crianças passando calamidades? Pedimos então, sabendo da influência católica em muitas regiões do globo, responsabilidades. Solicitamos por todo o dito que se estude a possibilidade de que a Igreja Católica e o Papa de Roma como o seu máximo representante sejam julgados por crimes contra a humanidade. Comentários
Marcus Valerio XR - mv@xr.pro.br - Bom texto. Simples rápido e direto. Até gostaria que o autor o desenvolvesse mais. Para mim o maior motivo da Igreja em manter essa postura ignóbil nem é mais tão premeditado, e principalmente a dificuldade em conciliar a máscara da infalibilidade com o abandono de preceitos que manteve por mais de mil anos. Quanto a outras religiões, sabemos que um dos ônus da superpopulação é a ignorância, da qual depende a maioria delas e sendo assim, controle populacional não lhes é interessante. No mais, um esclarecimento ao colega Waldon Volpiceli, não existem dogmas bíblicos repressores com relação a sexualidade hetero.
Waldon Volpiceli - waldon@zipmail.com.br - De fato não é só o catolicismo que é contra controle de natalidade, vejamos os evangélicos, principalmente a Igreja Batista, nos Estados Unidos que também tudo fazem para barrá-lo. Na minha opinião as igrejas são contra controle da natalidade e camisinha porque se tiver isso todo mundo perde o medo de fazer sexo, e aí a igreja vê os seus dogmas bíblicos irem pro espaço. Portanto ela prefere o terror, as pessoas não transam com medo.
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