Publicado: 19/07/2000
de Alexandre Gonçalves
Queremos agradecer-lhe pela pronta resposta que nos deu, embora não entendemos o tom pessoal pela qual foi posta, visto que Mário nos havia dito que ela seria uma resposta oficial de vosso fórum. Gostaríamos de colocar nossa réplica na mesma ordem de suas respostas. 1. "...existirem pessoas capazes de recusar todo o conhecimento científico conquistado nos últimos 140 anos em nome pura e simplesmente da religião."Nunca entramos em assuntos de religião. Temos nos comunicado com o Mário várias vezes e nem mencionamos nossa crença. Não somos criacionistas por causa da religião e sim pelos fatos CLAROS demonstrados pela natureza e pela ciência que apontam essa como a melhor teoria. No entanto temos casos de muitos cientistas que se tornaram religiosos por conta de suas descobertas científicas, deixando-os admirados diante da perfeição da criação. Citaremos alguns: Leonard da Vinci; Johann Kepler; Francis Bacon; Blaise Pascal; Robert Boyle; John Ray; Galileu; Robert Hooke; William Harvey; Isaac Newton; Michael Faraday; Samuel Morse; Charles Bell; James Joule; John Dalton; Louis Agassiz; John Dawson; Gregor Mendel; Luis Pasteur; Lord Kelvin; William Ramsay; John Fleming dentre outros. 2. "É porque o seu público alvo não são os cientistas e sim o público leigo."Somos um corpo de cientistas, não leigos. Não precisamos repetir nossas credenciais acadêmicas. Nosso alvo são os profissionais de educação, chefes de cadeira de biologia, química, física e matemática das instituições privadas e públicas principalmente. 3. "Qualquer cientista que cometesse os mesmos erros e deslizes de Gish, Morris, Brown, Woodmorappe, já teria sido desacreditado, perdido o emprego e caído no ostracismo, se estivesse nos meios da ciência regular."Gostaríamos que você nos mostrasse detalhadamente os erros desses cientistas que, como disse, fariam com que fossem desacreditados pelo meio científico. Podemos bradar que Darwin foi um pseudo cientista porque temos fatos. Queremos fatos sobre estes, principalmente de Morris, que é o fundador de nosso instituto. 4. "Teorias se firmam por sua qualidade, não pelos títulos de seus autores."Queremos transcrever um trecho do livro "A Vida e as Cartas de Charles Darwin" editado pelo seu filho Francis Darwin, volume I, página 210 que traz a famosa carta escrita a Bentham, que a maioria das pessoas não lêem, e nela Darwin enfaticamente declara: "Quando descemos aos detalhes PODEMOS PROVAR QUE NEM SEQUER UMA ESPÉCIE MUDOU." Na página seguinte Darwin declara: "Eu, de minha parte, posso conscientemente declarar que nunca me sinto surpreendido com qualquer um que se apegue à crença da imutabilidade." Ou seja, Darwin sabia que suas alegações eram fracas e que, sem os alicerces do ensino acadêmico deveriam ser mais questionadas pelos cientistas. Os evolucionistas de hoje crêem mais na evolução do que o próprio Darwin. 5. "A evolução é sim, observável em laboratório. Basta observar o experimento de bactérias adquirindo resistência a antibióticos."É estranho um biólogo (creio que você seja pois então não responderia em nome da "Comissão de biologia") confundir adaptação com mudança de espécie. Veja bem: cremos na adaptação (usamos a palavra adaptação por ser de um sentido mais específico) no sentido de que ela ocorre dentro da espécie. Não há registro de uma tal evolução que tenha culminado em mudança de espécie. O próprio homem tem experimentado isso quando vemos a inutilidade do apêndice do corpo humano e a quantidade de extrações feitas desse órgão nas últimas décadas. Porém o homem continua homem e não transmuta para outra espécie. Por isso tratamos da teoria da evolução em termos filosóficos pois não há evidência empírica de sua veracidade. Por favor pedimos que corrija esse erro tal qual o erro da mariposa da revolução industrial que "evoluiu". Houve adaptação e não "evolução de espécie". Ela continuou sendo mariposa. 6. "A verdade é que, gostem ou não os criacionistas, temos sim DNA em comum com os macacos e com seres tão diversos como o rato, vermes como o Caenorhabditis elegans, e até com o levedo. A história de nossos ancestrais evolutivos está, irremediavelmente, profundamente, gravada no nosso DNA."Essa foi uma das mais difíceis de engolir! O que tem a ver o fato de termos um DNA em comum, ainda que seja com um mosquito? O que isso contribui para provar a teoria da evolução? O macaco tem olhos, o homem tem também; tem ouvidos, o homem também tem, portanto viemos dos macacos. Como cientistas não podemos acreditar nisso! É uma descompostura esse argumento! Isso é inaceitável! 7. "A astrofísica, a geologia, a paleontologia, todas elas apontam para uma terra com 4,5 bilhões de anos e para um universo ainda mais antigo."Baseadas em que? Mostre-nos como foram feitos esses cálculos. 8. "Na verdade, descobriu-se que a metodologia usada por Eddy e Boornazian tinha falhas, e o texto completo do seu estudo jamais foi publicado. Além disso, em 1980, quando o texto de Akridge foi publicado, haviam sim outras medições que não mostravam nenhum encolhimento para o sol, e no entanto ele preferiu não usá-las!"Onde estão as falhas? Onde estão as outras medições? Você não apontou. Nós lhe entregamos um material completo, inclusive com a fórmula matemática exposta para averiguação. Não podemos nos contentar com essas respostas simplistas. Desculpe-nos se temos sido por demais detalhistas mais é um assunto sério. São nossas crianças que estarão em jogo nessa história toda. Não podemos encerrar uma discussão com simples palavras como "há erros". Que erros? Mostre-nos matematicamente por favor! Pela termodinâmica é perfeitamente normal crer que o sol está se encolhendo devido a diminuição de sua massa. Isso é fato! Só iremos descrer (e sinceramente estamos dispostos a receber a verdade) se nos forem apresentado fatos igualmente relevantes e explicados, no mínimo. 9. "Isso faz de você um YEC (Young Earh Creationist)."Você se enganou profundamente. Cremos que a terra teve dois períodos; um período em que ela foi criada sem a existência do homem. Período em que reinavam os dinossauros e outros répteis primitivos. Esse período se encerrou provavelmente pela queda de um meteoro em que toda a vida da terra foi destruída e ela se tornou um caos. O segundo período foi a recriação que então cremos que não fazem mais de 10.000 anos. Não temos idéia do tempo que levou o primeiro período podem ser milhões (não bilhões) de anos, mais cremos que nada sobrou vivo do primeiro período, somente seus cadáveres. A terra e toda a natureza forma recriadas. Como dissemos as teorias da existência da terra e do universo estão mais no campo da filosofia do que da ciência pois não podem ser repetidas. A própria Bíblia mostra isso quando diz em Gênesis 1:1 "No princípio Deus criou os céus e a terra" e no versículo seguinte diz: "e a terra era sem forma e vazia". Entre o versículo 1 e o 2 podem ter havido um espaço de milhões de anos, pois cremos que justamente nesse hiato houve a destruição da criação por algum elemento externo. O homem foi último a ser criado. Portanto não nos misture com grupos de criação jovem. Repetimos que estamos nesse momento em campo filosófico e não científico. A falta de possibilidades de provas empíricas nos forçam a isso! 10. "A evolução nunca precisou da datação radiométrica"Isso é uma inverdade. Vários evolucionistas fazem uso do método do carbono 14 para datar fósseis humanóides em milhares de anos. Podemos citar entre eles Richard Leaky. Estaremos enviando à parte (se quiseres é claro) um artigo só sobre os fósseis e a evolução. 11. "Isso que você chama de "aperfeiçoamento", e que alguns outros criacionistas chamam de "microevolução", é evolução sim!"A evolução, conforme concebida por Darwin e que em nome da verdadeira ciência repudiamos, é a evolução de uma espécie para outra. Dentro da mesma espécie é visivelmente claro que existem adaptações, porém nunca se registrou. O evolucionista, Dr. Romer declara: "Se os OSTRACODERMES, HETEROSTRACI e outros seres marinhos evoluíram, devem ter tido uma longa história evolucionária. Mas eles aparecem repentinamente no registro fóssil sem qualquer evidência de ancestrais evolucionários." Não há registro de mudança de espécie. Não podemos nos enganar! O evolucionismo carece de provas materiais para corroborar na sua fé. Na verdade é preciso ter mais fé para crer no evolucionismo do que na criação especial. O outro ponto é que ainda não vimos o macaco Tião (um macaco bem famoso aqui no Rio de Janeiro) se transformar em algo parecido com um ser humano. Ou seja, o fato de crer que dentro das espécies existem adaptações não nos faz um evolucionista. O problema, já dissemos, é crer que isso chega ao ponto de fazer com que um peixe depois de bilhões de anos, se transforme em uma vaca! Você achou estranho o poema do protozoário que lhe mandamos, porém o evolucionismo não consegue se distanciar muito daquilo. Podem dizer que as teorias atuais tecem mais detalhes, ou trazem uma variação de ancestrais diferentes das da época de Darwin, porém não podem fugir do fato de que tudo teve um ancestral comum (é o que vocês dizem) e que esse ancestral comum no seu início mais sórdido, tem que ser um ser unicelular. Não vemos muita diferença com o poema, realmente. 12. "...sabia que os mamíferos sintetizam sua própria vitamina C, e portanto não precisam dela na alimentação, porque possuem um gene para a produção da enzima que a sintetiza? Descobriram que o homem também possui esse gene, só que ele não funciona porque alguma mutação deletou dele um único par de bases. Um criacionista talvez pudesse sugerir que Deus teria criado o homem com esse gene perfeito, mas que o pecado teria causado esse dano, não é mesmo? Então como explicar que o chimpanzé tenha essa mesma mutação nesse mesmo gene nessa mesma posição? O genoma está cheio desses exemplos, Alexandre, e eles vão aparecendo em número cada vez maior à medida que o Projeto Genoma avança."Mais uma vez você recorre a mutações dentro da própria espécie sem nos dar nenhum exemplo diferente. Quanto ao "gene da vitamina C" , podemos dizer que, teoria por teoria, especulação por especulação, podemos dizer que toda a natureza foi afetada pelo pecado (já dissemos que esse assunto é melhor visto no campo filosófico) inclusive o homem em algumas particularidades e os animais em casos diferenciados, e que essa degradação é totalmente diferenciada e particularizada. Porém não queremos entrar nesse campo, queremos dizer que não foi apresentada por você evolução de uma espécie para outra. Torça para o projeto Genoma avançar mais rápido e descobrir provas materiais de evolução de uma espécie para outra, e depois se comunique com o ICR para que nós fechemos o Instituto. 13. "Evolução e abiogênese são duas coisas bem distintas"Veja bem: sabemos que são coisas distintas, porém estamos tratando das teorias do início da existência dos seres vivos. O conceito evolucionista dita que a vida surgiu espontaneamente sem interferência de um criador, ou seja, como tudo começou? Tem que haver um início para a matéria (estamos filosofando ok?). O evolucionismo tem algumas estórias fantásticas para explicar esse início e todas elas não passam nas leis da probabilidade. Nos faça o favor de nos enviar a teoria que você abraça e lhe enviaremos os cálculos, feitos por um de nossos colaboradores Dr. Beniamin Aquiles Bondarczuck, mostrando a probabilidade absurda de acontecer. Daí compararmos com a abiogênese. Aliás mande-nos os cálculos citados, queremos avaliar. Sem eles fica fácil falar, queremos que seja demonstrado conforme exaustivamente fizemos com você. 14. "Mas que decepção, Alexandre! Dilúvio universal? Vou me abster de comentar isso."Falta de conhecimento de história e arqueologia gera esse tipo de reação. Procure se interar das descobertas mais recentes da arqueologia e de registros que até então eram obscuros e que agora já tem feito sentido. No fórum de vocês deve ter algum historiador, por favor peçam que ele pesquise nos arquivos microfilmados, alguns disponíveis na net, da universidade de Yale, sobre fatos já comprovados. Nos dispomos a enviar material histórico sobre o assunto caso haja interesse. 15. "Talvez você tenha interpretado mal as idéias de Carl Sagan."Você é que entendeu mal. Não dissemos que ele não cria na possibilidade de vida em outros planetas dissemos que "Um número inimaginavelmente grande nos viria como resul-tado de se calcular a probabilidade que a própria vida teria de evoluir em apenas o planeta Terra. O Dr. Carl Sagan, da Universidade de Cornell (E.U.A.), calculou, a grosso modo, que a probabilidade é de UMA em 10 seguido de 2 bilhões de zeros." Por favor na torça nossas palavras! 16. "Mas Alexandre, se você afirma que a vida não poderia ter surgido por acaso porque é muito complexa... qual é a probabilidade de que um Deus criador do universo (e portanto presumivelmente muito mais complexo) tenha surgido por acaso?"As suas palavras demonstram a necessidade de um criador, visto ser para você inconcebível crer que alguém exista sem ter um progenitor. Porém a física é a principal aliada nesse sentido. Qualquer movimento tem que ter um começo. Nada sai da inércia sem um movimento inicial. Porém quem gerou esse movimento inicial? Um outro movimento que tirou a inércia deste para tirar a inércia daquele. E quem tirou a inércia desse outro movimento? Não podemos ir muito longe nisso. Uma hora tem que ter um começo sem ter um ativo anterior. É como um relógio de corda. Todo ele é formado por mecanismos conjuntos que levam o movimento um para o outro, porém tem que ter um início. Deus é esse início. Sem Deus a ciência entra em pensamentos circulares confusos e que não levam para lugar nenhum. Portanto Ronaldo sem um início os planetas não poderiam girar! 17. "Os criacionistas evitam os modelos matemáticos do cálculo da entropia e em vez disso partem para definições vagas de "simples" e "complexo" e "ordem" e "desordem", conforme sua conveniência:"Por favor nos envie uma exposição do desenvolvimento desses cálculos que iremos lhe provar que eles demonstram o conceito apontado por nós. Você citou o exemplo da água. Você sabe que a água se comporta de maneira totalmente diferente da maioria das substâncias. É um erro você usar a água nesse exemplo. Não há o que não prove VISIVELMENTE que qualquer coisa relegada ao acaso não se deteriore. Você vê isso em sua cozinha, no seu armário, no seu escritório (no momento estamos vendo isso no nosso computador que está um traste!). Se a água não se comportasse dessa maneira diferente seria uma ruína! Imagine se a densidade da água acompanhasse o normal (em que a substância em estado sólido tem densidade superior ao estado líquido)? Você colocaria o gelo em seu copo de água e ele afundaria! Que chato isso! Imagine os icebergs! Vamos ver as regras das coisas. Deixe qualquer coisa ao acaso e ali estará a segunda lei da termodinâmica atuando plenamente. 18. "...as mudanças podem ocorrer naturalmente, bastando para isso apenas as propriedades da matéria e uma fonte de energia externa, que no caso é o sol."Isso é um absurdo! A energia do sol é calorífica, portanto degeneradora e degradadora. Não podemos contar com ela desta forma. O calor sempre altera a substância para níveis inferiores. O calor é o tipo de energia última liberado após um trabalho. É a energia no seu mais baixo grau de complexidade. Contar com a energia do sol seria um completo absurdo no que tange a evolução das espécies. 19. "Acho que uma maneira muito mais proveitosa de se canalizar seus esforços seria pesquisar mais, estudar mais a fundo, e procurar conhecer os assuntos que discutimos mais profundamente. E deixar o ensino da ciência para os cientistas. Ou você acharia natural um cientista invadir uma igreja e tentar ensinar o cristianismo a um pastor?"Acho que estás desinformado a nosso respeito. Não repetiremos nossas credenciais acadêmicas, pois já o fizemos com Mário Porto. Não penses que está falando com leigos, porém com cientistas que entendem o que é ciência e o que é pseudo ciência. Não sei o que você acha que somos, porém creio que você pensa assim porque é inconcebível para um evolucionista crer que existam cientistas que não crêem em sua teoria religiosa do evolucionismo. Podemos dizer, além disso que nossos colaboradores são cientistas com renomada posição em pesquisas (para que não penses que somos acadêmicos gordos sentados em diretórios de universidade mamando verba pública) como nosso amigo Dr. João Santos que trabalha como cientista na Petrobrás e que inventou o melhor meio de se detectar avarias em oleodutos sem precisar escavar os mesmos, recebendo menção honrosa no Brasil e no exterior por tal feito. Como você não mencionou nada sobre os fósseis, se você quiser, te enviamos vasto material sobre o assunto. No momento enviamos no final algumas considerações. Um abraço de toda a equipe do ICR Os supostos elos entre o homem e o macaco Embustes e falsificações entram no aparecimento desse "elos", revelando, evidentemente, a impossibilidade sobejamente constatada de evolução no registro fóssil. Infelizmente, a verdade a respeito desses fósseis é pouquíssimo conhecida, ao passo que a mentira correu mundo e foi aceita, contra todas as evidências, como fato científico comprovado. As revelações do Dr. Gish e muitos outros nos põem a par dos fatos: Ramapiteco: Consideram-no alguns um hominídeo - macaco semelhante ao homem - unicamente na base de alguns dentes e de alguns fragmentos de mandíbula, nada mais. O Dr. JolIey declarou recentemente que uma espécie de babuíno da Etiópia tem dentes e queixos idênticos aos do Ramap-iteco. Não são, portanto, dentes de homem. Concordam outros antropologistas que o Ramapiteco era simplesmente um macaco. Tenha em mente o leitor que esses "homens-macacos-de-pé" -"Pitecanthropus erectus" - são construídos, segundo a imaginação dos evolucionistas, de poucos fragmentos de ossos achados aqui e ali. Australopitécino: A primeira descoberta do Australopitécino foi feita por Dart, em 1925. Ele pôs em evidência os muitos formatos de crânios semelhantes aos do macaco, mas cria que es dentes eram semelhantes a dentes humanos. O crânio era apenas cerca de um terço do tamanho do crânio do homem moderno. Media apenas 121,92 em. Recentemente, Richard Leakey, filho do Dr. Leakey, publicou evidências que indicavam ter tido o Australopitécino braços lon-gos, pernas curtas e jarretes à mostra, caminhavam A semelhança dos macacos vivos africanos. Essas criaturas eram simplesmente macacos. O Homem de Pequim: Na China, durante a década dos 20, foram encontrados fragmentos de crânio, mandíbulas e dentes, em um penhasco de pedra calcárea perto de Pequim. Contudo, durante a II Guerra Mundial, todos os ossos originais se perderam. Todas essas criaturas tinham sido mortas e comidas, e os crânios preservados como troféus. Alguns proeminentes paleontologistas crêem que o caçador era verdadeiro homem. O "homem" de Pequim deve ter sido simplesmente um macaco gigante. Contudo, note o leitor como os evolucionistas transformaram logo, tão rápida e "convincentemente", uns poucos fragmentos de crânio, mandíbulas e dentes num "elo" ligando o macaco ao homem! O Homem de Java: Apenas com um fêmur, parte de um crânio e três dentes molares construíram o Homem de Java! Esses ossos foram achados numa extensão de 15,24m. no espaço de um ano. Seu descobridor, Dr. Dubois, escondeu por 30 anos o fato segundo o qual ele achou crânios humanos perto do seu Homem de Java, e ao mesmo nível. Assim, o homem já se encontrava lá quando essa criatura vivia. O fêmur era, com toda a probabilidade, de um homem, e o pedaço de crânio era, sem dúvida, de um macaco gigante. Antes de sua morte, e depois de ter convencido a maioria dos antigos céticos, Dubois mudou de atitude e decidiu revelar que o Homem de Java era provavelmente gibão e não um ser seme-lhante ao homem. Esses artifícios, mentiras e confissôes, apenas confirmam as revelações do registro fóssil de que a evolução é impossível. O Homem de Neandertal: A estrutura do esqueleto do Homem de Neandertal é semelhante à do homem moderno. Sua capacidade craniana excedia à do homem hodierno. Alegava-se ter ele vivido há uns 100 mil anos e, recentemente, há uns 25 mil anos, mas todos os antropólogos crêem agora que ele era tão humano quanto qualquer homem: como eu e você. O Homem Cro-Magno: Esqueletos completos dos cro-mag-nos foram encontrados. Sua capacidade craniana era maior do que a do homem moderno. Se ele estivesse vivo hoje, e andando pelas ruas numa roupa de trabalho, de modo algum chamaria a atenção dos outros. Os dois pretensos elos perdidos mais embaraçosos para os evolucionistas são: O Homem de Nebrasca e o Homem de Pilt-down. O Homem de Nebrasca: No famoso debate sobre a evolução, conhecida como "The Scopes Evolution TriaI", em Dayton, Tennessee, a "evidência" sobre o Homem de Nebrasca foi apresentada pelas proeminentes autoridades científicas daquele dia como prova da evolução. Eles zombaram e escarneceram de William Jennings Bryan, quando protestou, dizendo ser muito fraca a evidência. A tal evidência consistia apenas de um dente que diziam ter vindo de um homem pré-histórico que vivera supostamente há um milhão de anos. As pesquisas, contudo, prosseguiram e, anos mais tarde, quando mais fósseis foram desenterrados, descobriram que o Homem de Nebrasca era apenas um porco. É o caso de se dizer que um porco fez um macaco de um evolucionista! O Homem de Piltdown: Em 1912, Cbarles Dawson trouxe à luz o Homem de Piltdown. Um pedaço de mandíbula, dois dentes molares e um pedaço de crânio eram as evidências defendidas pelos peritos como sendo as de um homem-macaco de um milhão e meio de anos de idade. Mas, em 1953, a fraude foi exposta: A mandíbula era a de um macaco moderno. Os dentes tinham sido limados e os ossos estavam artificialmente coloridos para enganar o público. A facilidade com que esta fraude atoleimou as maiores autoridades do mundo ilustra a poderosa influência de idéias preconcebidas entre os evolucionistas. Um pouco da maldosa história de embustes e falsificações de cientistas inescrupulosos, que tentam desesperadamente impor a sua impossível teoria evolucionista, precisa ser conhecida A teoria da evolução sofreu outro pesado e mortífero golpe a partir de 1922 quando o Dr. Alfred McCann publicou o seu importante livro, "God-Or Gorilla", de 344 páginas que incluímos em nosso material de pesquisas sobre as falsificações que serviram de base à conhecidíssima série de elos entre o macaco e o homem. Na base, ora da fraude, ora da imaginação, surgiram os "elos perdidos" da emocional fé evolucionista. Diz o Dr. McCann, na introdução do citado livro, que "de muito maior significação e de mais duradoura influência é o em-buste Homem-Macaco que tem espalhado sua corrupção através do orbe, imprimindo sua falsidade nas 'melhores mentes' do mundo. "Alcançando o seu clímax em 1921, o embuste homem-macaco tomou a forma de movimento aparentemente espontâneo para restabelecer a teoria da origem simiesca do homem. As pretensões desse embuste são realmente espantosas; e mais espan-tosos ainda são os estranhos artifícios empregados para tornar essas pretensões irresistivelmente convincentes a uma audiência des-preparada e crédula. Com uma ousadia difícil de se descrever, esse embuste emprega a arte do pintor, do modelador de barro e do escultor para produzir efeitos aparentemente plausíveis e realmen-te admiráveis. "Contrastes gráficos e 'semelhanças' são delineados com uma incrível desconsideração dos fatos históricos na 'reconstrução das séries progressivas' com o propósito de insinuar as bem claras mudanças e transições nos principais pré-concebidos estágios de desenvolvimento do homem a partir de um ancestral símio" Continua o Dr. Mccann: "Jornalistas, escritores populares e estudantes de grau superior são as principais vítimas deste pode-roso engodo travestido de ciência e da evidência esquelética ex-travagantemente fabricada em apoio a teoria segundo a qual, há 500 mil anos, um enorme macaco, lentamente e através de longos períodos de tempo, perdeu suas características de macaco e tornou-se o pai do homem moderno." Mas, apesar de terem sido desmascarados e desacreditados esses "elos perdidos", que supostamente ligam o homem ao seu "desconhecido ancestral símio", estão ainda sendo exibidos como se fossem fatos científicos. O principal corifeu e campeão de falsificações desta escola de embustes é Haeckel. Guardem bem este nome: Ernest Heinrich Haeckel, biólogo alemão, nascido em 1834. Estas informações são bem documentadas e de valor incalculável nestes estudos: "No 'Deutsche Midizinische Wochenschrift', 1909, o professor Keibel, de Freiburg, publicou uma esmagadora crítica das falsificações de Haeckel. Quanto. ao fato de serem falsificações ou 'inexatidões', uma ilustração mostrará. Haeckel pusera uma cabeça humana num embrião de macaco, e isto a despeito de ter o professor Brass mostrado a Haeckel a correta ilustração. Haeckel decepou a cauda do embrião de um macaco e o transformou num macaco sem cauda (um gibão). Impossível crer que ele faria isso sem o saber. Tais 'inexatidões' jamais existiram sem um deliberado propósito." "As confissões de Haeckel de que 'seis ou oito por cento' de seus desenhos eram falsificações, mas não mais de seis ou oito por cento, aparecem no Berlinger Volks Zeitung de 29 de dezembro de 1908. Destas confissões publicadas ele se recusou defender-se nas colunas do Allgemeine Zeitung". "A despeito de todas as evidências cm contrário, Haekel declara (Weltratsel, pág. 99): 'Nos íltímos 20 anos um número considerável de bem preservados fósseis de esqueletos de an-tropóides e outros macacos foram descobertos, e entre eles ESTÃO IMPORTANTES FORMAS INTERMEDIÁRIAS, QUE CONSTITUEM UMA SÉRIE DE ANCESTRAIS LIGANDO OS MAIS ANTIGOS MACACOS ANTROPÓIDES AO HOMEM.' "Quando Haeckel escreveu estas palavras ele sabia que não só não existia tal série, como também não existia um único fóssil de sua alegada série de ancestrais do homem. A falsidade foi deli-berada." "Haeckel foi um especialista em fraudes e falsificações, e, embora ignominiosamente desmascarado pela constrangida con-fissão de seu próprio assistente de laboratório, Schimidt-Jena,e por muitos outros, tais como Munes Marshall, John Gerard, Erich Wasmann, Anton His, KeibeI, Rutimeyar, Brass, et al, sua in-fluência ainda domina escritores populares sobre a evolução, os quais, ao que parece, nunca leram a reprovação dirigida a ele pelo próprio Darwin: 'Vossa ousadia me faz estremecer". Parece-nos não terem ainda os evolucionistas acreditado no seu enorme número de elos perdidos com os quais têm tentado provar a sua teoria evolucionista. Já por quase 100 anos vêm eles desenterrando "evidencias científicas" da origem simiesca do homem, algumas espetaculares" e outras que invalidam fósseis-elos do passado. A revista ISTO E de 13/8/1986, revela esse descaso pelas descobertas já feitas, ao publicar: "O Ancestral do Homem Fica Ainda Mais Velho" - artigo que, além de estabelecer contradições, deixa claro ter repousado numa grande inverdade a crença mundial nesta grande base da evolução, que são os fósseis: "Teimoso e brilhante, o mais prolífico descobridor de fósseis da moderna antropologia, Richard Leaky, volta à carga com um novo achado revolucionário, em sua opinião. A sua peça de evidência, desta vez, é um crânio de 2,5 milhões de anos, que ele apresentou em Nairobi, na última terça-feira. Suas feições, como as dos macacos atuais, incluem pesadas saliéncias ósseas sobre os olhos, mandíbula maciça e pequeno volume para o cérebro. Isso revela uma contra-dição. O fóssil agora descoberto no Quênia é mais antigo e mais primitivo que os humanóides considerados como a origem tanto do homem como de seus parentes já extintos. Assim, é provável que essa linhagem-mãe seja muito mais antiga do que se supõe atu-almente. 'Para ter surgido na Terra, há 2,5 milhões de anos, a mais antiga espécie de humanóides deve ter surgido há mais de 3 milhões de anos', defende Leaky". Tais descobertas, com suas impossíveis datas astronômicas, ao invés de robustecer o mundo da antropologia evolucionista, abala-o ainda mais. Exemplo contundente deste fato nó-lo apresenta o Dr. Gish: Descobertas Que Abalaram o Mundo da Antropologia "No número de agosto de 1973, da revista 'Reader's Digest', foi publicada uma reportagem sobre duas descobertas fenomenais feitas recentemente na África. Essas descobertas abalaram o mundo da antropologia, porque elas desafiaram a validade das já longamente acariciadas teorias a respeito da origem do homem. A primeira foi a descoberta de um esqueleto humano, datado pelos evolucionistas de cerca de 2 milhões e 800 mil anos." Considere o leitor a armadilha com que eles mesmos caíram. Prossegue o DL Qish: "Muitos livros da escola evolucionista ensi-nam que o homem evoluiu há um milhão de anos mais ou menos, do Pitecântropos, nosso suposto ancestral; contudo, os ossos en-contrados, dizem, são ainda mais recentes do que o Pitecântropos. Logo, o Pitecantropos, do qual evoluiu o primeiro homem, há um milhão e meio de anos, é mais velho ainda do que o citado esqueleto ao qual se atribui 2 milhões e 800 mil anos. Fica, pois, meridia-namente claro que o tal esqueleto não pode ser ancestral do homem por ser mais novo do que o Pitecântropos, do contrário cs pais teriam menos idade que os filhos." A segunda foi a descoberta de esqueletos humanos sofistica-dos que se julga terem vivido há 100 mil anos. Teriam desen-volvido a arte da mineração, podiam conservar registros, sabiam contar e teriam desenvolvido também sofisticadas ferramentas. Mas, de acordo com os evolucionistas, esse tipo de seres humanos sofisticados não devem ter aparecido senão 65 mil anos mais tarde." O Dr. Gish ouviu pessoalmente Richard Leaky, o descobridor do homem de 2 milhões e 800 mil anos de idade, falar em San Diego. Ao comentar sobre estas duas descobertas, o Sr. Leaky declarou: "O que descobrimos, simplesmente anula tudo quanto temos aprendido acerca da evolução do homem, e nada tenho a oferecer em seu lugar."
Evolucionista
Criacionista
Nenhuma das duas / Outra | ||||